25 de abr. de 2010
INDICAÇÃO DE FILMES
Bons filmes além de colaborar conosco muitas vezes em conhecimento, nos ajudam também nas reflexões que devemos sempre fazer em nossa vida. Segue, uma lista de bons filmes que assistimos e que vale a pena repassar.
UMA MENTE BRILHANTE (HISTÓRIA REAL) John Nash (Russell Crowe) é um gênio da matemática que, aos 21 anos, formulou um teorema que provou sua genialidade e o tornou aclamado no meio onde atuava. Mas aos poucos o belo e arrogante John Nash se transforma em um sofrido e atormentado homem, que chega até mesmo a ser diagnosticado como esquizofrênico pelos médicos que o tratam. Porém, após anos de luta para se recuperar, ele consegue retornar à sociedade e acaba sendo premiado com o Nobel.
O SILÊNCIO DOS INOCENTES Recém formada no FBI, Clarice Starling (Jodie Foster) se envolve no caso do desaparecimento de uma garota, seqüestrada por um psicopata. Para ajudá-la, então, ela procura outro psicopata. Um dos três vencedores das cinco principais categorias do Oscar na história (os outros dois foram Aconteceu Naquela Noite e Um Estranho no Ninho).
O CÉU DE OUTUBRO (HISTÓRIA REAL)
No final dos anos 50, o adolescente Homer Hickam (Jake Gyllenhaal) vive em uma cidade onde a mineração é a maior empregadora local. Ao saber que os russos colocaram o satélite Sputnik em órbita, Homer começa a sonhar em também colocar um foguete seu em órbita. Logo ele convence alguns amigos a participarem do projeto e, com o apoio de uma professora, dá início ao projeto que irá mudar sua vida para sempre.
O OITAVO DIA Harry (Daniel Auteuil) é um empresário estressado, que trabalha no departamento comercial de um banco belga e foi abandonado por sua esposa e filhas há pouco tempo. Deprimido, ele se dedica ao trabalho durante os 7 dias da semana. Até que um dia ele decide vagar pelas estradas da França, sem rumo definido. Após quase atropelar Georges (Pascal Duquennes), que sofre de síndrome de Down, Harry decide levá-lo para casa mas não consegue se desvencilhar dele.
QUASE DEUSES (HISTÓRIA REAL) Nashville, 1930. Vivien Thomas (Mos Def) é um hábil marceneiro, que tinha um nome feminino pois sua mãe achava que teria uma menina e, quando veio um garoto, não quis mudar o nome escolhido. Ele é demitido quando chega a Grande Depressão, pois estavam dando preferência para quem tinha uma família para sustentar. A Depressão o atinge duplamente, pois sumiram as economias de 7 anos, que ele guardou com sacrifício para fazer a faculdade de medicina, pois o banco faliu. Thomas consegue emprego de faxineiro, trabalhando para Alfred Blalock (Alan Rickman), um médico pesquisador que logo descobre que ele tem uma inteligência privilegiada e que poderia ser melhor aproveitado. Blalock acaba se tornando o cirurgião-chefe na Universidade Johns Hopkins, onde está pesquisando novas técnicas para a cirurgia do coração. Os dois acabam fazendo um parceria incomum e às vezes conflitante, pois Thomas nem sempre era lembrado quando conseguiam criar uma técnica, já que não era médico.
ESCRITORES DA LIBERDADE (HISTÓRIA REAL) Erin Gruwell (Hilary Swank) é uma jovem professora que leciona em uma pequena escola de um bairro periférico nos EUA. Por meio de relatos de guerra, ela ensina seus alunos os valores da tolerância e da disciplina, realizando uma reforma educacional em toda a comunidade.
MINHA VIDA SEM MIM Tendo apenas 23 anos, Ann (Sarah Polley) é mãe de duas garotinhas, Penny (Jessica Amlee) e Patsy (Kenya Jo Kennedy), e é casada com Don (Scott Speedman), que constrói piscinas. Ela trabalha todas as noites na limpeza de uma universidade, onde nunca terá condições de estudar, e mora com sua família em um trailer, que fica no quintal da casa da sua mãe (Deborah Harry). Ann mantém uma distância obrigatória do pai, pois ele há dez anos está na prisão. Após passar mal, Ann descobre que tem câncer nos ovários. A doença alcançou o estômago e logo estará chegando no fígado, assim ela terá no máximo três meses de vida. Sem contar a ninguém seu problema e dizendo que está com anemia, Ann faz uma lista de tudo que sempre quis realizar, mas nunca teve tempo ou oportunidade. Ela começa uma trajetória em busca de seus sonhos, desejos e fantasias, mas imaginando como será a vida sem ela.
COMO SE FOSSE A PRIMEIRA VEZ Henry Roth (Adam Sandler) é um veterinário paquerador, que vive no Havaí e é famoso pelo grande número de turistas que conquista. Seu novo alvo é Lucy Whitmore (Drew Barrymore), que mora no local e por quem Henry se apaixona perdidamente. Porém há um problema: Lucy sofre de falta de memória de curto prazo, o que faz com que ela rapidamente se esqueça de fatos que acabaram de acontecer. Com isso Henry é obrigado a conquistá-la, dia após dia, para ficar ao seu lado.
19 de abr. de 2010
AMIZADE! COMO VALE A PENA!
Amigo, é coisa para se guardar no peito, como dizia a canção. A amizade verdadeira entre as pessoas é um sentimento muito lindo. Embora muita gente não acredite em amizade verdadeira, sincera, talvez por decepções com amigos; por não conseguir ser sincero e acreditar que todos são assim. Mas ela existe e como existe. É preciso romper barreiras e pré-conceitos de vários tipos, colocar-se no lugar do outro, aproximar ou ver aproximação do outro, sem pensar que há segundas intenções. O sentimento da amizade é descrito pelo Aurélio da seguinte forma:
“Sentimento fiel de afeição, simpatia, estima ou ternura entre pessoas que geralmente não são ligadas por laços de família ou por atração sexual...”É possível isto entre seres humanos? É claro que é possível, assistimos muitas demonstrações de amizade conosco. Sabemos que existe a inimizade mas, não podemos ser radicalmente cético em relação a este sentimento.
Eu quero neste espaço agradecer a toda manifestação de carinho que recebemos de sexta-feira até hoje, quando usando esta rede de amigos que temos, ao pedir orações pela minha querida e amada esposa Isabel, que voltou ao tratamento do câncer e o retorno dos amigos foi extraordinário. Sabemos que ela vai vencer, pois é guerreira, não se entrega, mulher de fé e contando com uma legião de amigos, independente da crença religiosa intercedendo ao Senhor da Vida por ela. Uma pessoa que desde a juventude se colocou a serviço de Deus, por acreditar no amor e na amizade de Jesus por cada um de nós, conforme nos relata o evangelista São João:
Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz seu senhor. Mas chamei-vos amigos, pois vos dei a conhecer tudo quanto ouvi de meu Pai. (Jô 15,15)
Peço a vocês que leram, até este momento, que tenham mais um pouquinho de paciência (prometo que a próxima postagem será curta) e leia este bonito texto, que recebi de um casal amigo, Márcio e Nívia, que conheci em um Congresso da Pastoral da Família, nos tornamos amigos, eles são de Prudentópolis, Paraná.
Um obrigado meu, da Isabel e de nossa família, do fundo do nosso coração, a todos.
Você sabe o valor de uma Amizade?
Um dia, durante uma conversa entre advogados, me fizeram uma pergunta:
"O que, de mais importante, você já fez na sua vida"?
A resposta me veio na hora, mas não foi a que respondi, pois as circunstâncias não eram apropriadas.
No papel de advogado da indústria do espetáculo, sabia que os assistentes queriam escutar anedotas sobre meu trabalho com as celebridades.
Mas aqui vai a verdadeira, a que surgiu das profundezas das minhas recordações.
O mais importante que já fiz na minha vida, ocorreu em 08 de outubro de 1990. Comecei o dia jogando golfe com um ex-colega e amigo meu, que há muito não via.
Entre uma jogada e outra, conversávamos a respeito do que acontecia na vida de cada um. Ele me contava que sua esposa e eles acabavam de ter um bebê. Enquanto jogávamos, chegou o pai do meu amigo, e consternado, lhe diz que seu bebê parou de respirar e que foi levado para o hospital com urgência. No mesmo instante, meu amigo subiu no carro de seu pai e se foi.
Por um momento fiquei onde estava, sem pensar nem mover-me, mas logo tratei de pensar no que deveria fazer: Seguir meu amigo ao hospital?
Minha presença, disse a mim mesmo, não serviria de nada, pois a criança certamente está sob cuidados de médicos, enfermeiras, e nada havia que eu pudesse fazer para mudar a situação. Oferecer meu apoio moral? Talvez, mas tanto ele quanto sua esposa vinham de famílias numerosas e sem dúvida estariam rodeados de amigos e familiares que lhes ofereceriam apoio e conforto necessários, acontecesse o que acontecesse. A única coisa que eu faria indo até lá, era atrapalhar. Decidi que mais tarde iria ver o meu amigo. Quando dei a partida no meu carro, percebi que o meu amigo havia deixado o seu carro, aberto e com as chaves na ignição, estacionado junto às quadras de tênis. Decidi, então, fechar o carro e ir até o hospital entregar-lhe as chaves.
Como imaginei, a sala de espera estava repleta de familiares que os consolavam. Entrei sem fazer ruído e fiquei junto à porta pensando o que deveria fazer. Não demorou muito e surgiu um médico que se aproximou do casal e, em voz baixa, comunica o falecimento do bebê. Durante os instantes que ficaram abraçados, a mim pareceu uma eternidade, choravam, enquanto todos os demais ficaram ao redor daquele silêncio de dor. O médico lhes perguntou se desejariam ficar alguns instantes com a criança.
Meus amigos ficaram de pé e encaminharam-se resignadamente até a porta. Ao me ver ali, aquela mãe me abraçou e começou a chorar. Também meu amigo se refugiou em meus braços e me disse:
"Muito Obrigado por estar aqui!"
Durante o resto da manhã fiquei sentado na sala de emergências do hospital, vendo meu amigo e sua esposa segurar nos braços seu bebê, despedindo-se dele.
Isso foi o mais importante que já fiz na minha vida!!! Aquela experiência me deixou três lições:
Primeira: o mais importante que fiz na vida, ocorreu quando não havia absolutamente nada, nada que eu pudesse fazer. Nada daquilo que aprendi na universidade, nem nos anos em que exercia a minha profissão, nem todo o racional que utilizei para analisar a situação e decidir o que eu deveria fazer, me serviu para aquela circunstância: duas pessoas receberem uma desgraça e nada eu poderia fazer para remediar. A única coisa que poderia fazer era esperar e acompanhá-los. Isto era o principal.
Segunda: estou convencido que o mais importante que já fiz na minha vida, esteve a ponto de não ocorrer, devido às coisas que aprendi na universidade, aos conceitos do racional que aplicava na minha vida pessoal, assim como faço na profissional. Ao aprender a pensar, quase me esqueci de sentir.
Hoje, não tenho dúvida alguma de que devia ter subido naquele carro sem vacilar e acompanhar meu amigo ao hospital.
Terceira: aprendi que a vida pode mudar em um instante.
Intelectualmente todos nós sabemos disso, mas acreditamos que os infortúnios acontecem com os outros. Assim, fazemos nossos planos e imaginamos nosso futuro como algo tão real, como se não houvesse espaços para outras ocorrências.
Mas ao acordarmos de manhã, esquecemos que perder o emprego, sofrer uma doença, ou cruzar com um motorista embriagado e outras mil coisas, podem alterar este futuro em um piscar de olhos.
Para alguns, é necessário viver uma tragédia, para recolocar as coisas em perspectiva.
Desde aquele dia busquei um equilíbrio entre o trabalho e a minha vida. Aprendi que nenhum emprego, por mais gratificante que seja, compensa perder umas férias, romper um casamento ou passar um dia festivo longe da família.
E aprendi que, o mais importante da vida, não é ganhar dinheiro, nem ascender socialmente, nem receber honras.
"O mais Importante da vida é ter tempo para cultivar uma amizade".
Não deixe seus amigos sem saber disso.
14 de abr. de 2010
A "TEQUINOLOGIA" DO ABRAÇO
Há muito tempo, já defendo a importância do abraço na vida das pessoas. Acredito que se espontaneamente, sem segundas intenções de qualquer sentido, as pessoas se abraçassem mais, talvez uma boa porcentagem da relação humana e da sociedade estaria bem melhor.
Penso que o abraço tem um poder extraordinário, um poder de cura interior fantástico. O abraço quebra muitas barreiras, derruba preconceitos, aproxima as pessoas, dá explicação sem precisar de falar, mata saudades, pede perdão, retrata a alegria de encontrar com o outro. Este é o abraço, que é deixado de lado por n de motivos como por: vergonha, timidez, mágoa, prepotência ou ignorância, não saber abraçar e tantas razões, que deixa a sociedade sem uma ferramenta importante e fundamental, para auxiliar o amor, na busca da paz e bom entendimento entre os seres humanos.
Para ilustrar isso que acabei de escrever, repasso um texto “mineiro” que recebi por e-mail, do amigo Expedito Eloi e para deleite de todos transcrevo abaixo:
A "TEQUINOLOGIA" DO ABRAÇO
(por um matuto mineiro)
O matuto falava tão calmamente, que parecia medir, analisar e meditar sobre cada palavra que dizia...
- É... das invenção dos homi, a que mais tem sintido é o abraço.
O abraço num tem jeito di um só aproveitá! Tudo quanto é gente, no abraço, participa uma beiradinha....
Quandu ocê tá danado de sodade, o abraço de arguém ti alivia..
Quandu ocê tá cum muita reiva, vem um, te abraça e ocê fica inté sem graça de continuá cum reiva..... Si ocê tá feliz e abraça arguém, esse arguém pega um cadim da sua alegria... Si arguém tá duente, quandu ocê abracêle, ele começa a miorá, i ocê miora junto tamém...
Muita gente importante e letrado já tentô dá um jeito de sabê purquê qui é, qui o abraço tem tanta tequinologia, mas ninguém inda discubriu... Mas, iêu sei! Foi um ispirto bão de Deus qui mi contô..... Iêu vô contá procêis u qui foi quêle mi falô: O abraço é bão purcaus do Coração...
Quandu ocê abraça arguém, fais massage no coração!... I o coração do ôtro é massagiado tamém! Mas num é só isso não... Aqui tá a chave do maió segredo de tudo:
É QUI, QUANDU NOIS ABRAÇA ARGUÉM, NÓIS FICA CUM DOIS CORAÇÃO NO PEITO!... INTONCE...
UM ABRAÇÃÃÃÃ0 PRO CÊ !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
13 de abr. de 2010
Precisamos acordar, a vida passa e não percebemos.
A vida às vezes prega peças nas pessoas e tem hora que eu penso que é de propósito. O sujeito vive uma vida como se fosse imune a tudo, muitas vezes numa vida relapsa ou preocupada por demais, às vezes uma vida com bastante prepotência e arrogância. Vive como se o mundo girasse em torno de si, uma loucura sem tamanho e talvez seja nesta loucura é que se explique estas atitudes. Erasmo de Rotterdam em um trecho do seu livro “Elogio da Loucura”, já dizia: “Pois bem, se eu (loucura) fosse expulsa da sociedade, ninguém poderia suportar por um momento sequer seu semelhante e cada um dos homens haveria de olhar para si mesmo com desgosto e ódio”... “De fato, de que adianta a beleza, melhor presente dos deuses imortais, se acaba por esvair-se? De que adianta a juventude, se acaba por se corromper por um aborrecimento senil? Em todas as tuas ações, o primeiro princípio que deves observar é a decência. Sequer conseguirás ser decente para contigo mesmo, e muito menos para com os outros, a não ser graças a essa feliz Philautia [amor próprio), que é minha irmã, porquanto colabora comigo em qualquer circunstância. Mas como se poderia aparecer com graça, encanto e ter sucesso, estando descontente consigo mesmo? Tentai suprimir esse sal da vida e logo o orador perde o entusiasmo em seu discurso, a melodia do músico começa a aborrecer, o ator é vaiado em sua representação, todos riem do poeta e de suas musas, o pintor fica estático diante de sua tela o médico morre de fome com suas receitas. É necessário, portanto, que cada um se agrade de si mesmo e se felicite para ser aplaudido pelos outros.
Se a felicidade consiste essencialmente em querer ser o que se é, minha serva Philautia [amor próprio] o facilita totalmente. Ela faz com que ninguém fique desgostoso com sua aparência, com seu talento, com sua família, com sua posição na sociedade, com sua educação, com seu país. Tanto isso é verdade que o irlandês não gostaria de ser italiano, nem o trácio de ser ateniense, nem o cita de ser habitante das ilhas Afortunadas. Que surpreendente providência a da natureza que faz desaparecer tão maravilhosamente tantas desigualdades”!
Na verdade o que Erasmo nos fala realmente neste trecho do seu livro, é que damos valor demais a pequenas coisas e nestas pequenas coisas nos valorizamos muito. Para ele tudo isso é loucura, por isso Elogio da Loucura, que ele escreveu como uma sátira a sociedade daquela época, acaba sendo atual.
Nossa vida passa muito rápido, pouco tempo eu era criança, adolescente, fiquei jovem, casei, hoje com 51 anos já sou avô. Como isso passou muito rápido! Quantas coisas aconteceram que serviram muito para melhorar o meu eu. E as coisas acontecem é para que possamos perceber que não somos o centro do universo, pelo contrário, uma pequena e minúscula partícula deste universo, mas paradoxalmente, uma minúscula partícula, que é muito grande, mas grande mesmo aos olhos de Deus. Isto somos nós, pequenos para o mundo, grande se nós quisermos e infinitamente enorme aos olhos do criador, que nos ama incondicionalmente, como nos relata o profeta Isaias: “Porque és precioso a meus olhos, porque eu te aprecio e te amo, permuto reinos por ti, entrego nações em troca de ti”. (Is,43,4). Pensem bem, vale a pena ser feliz. E o ser feliz, está nas pequenas coisas, que na maioria das vezes, não damos valor e não em grandes coisas que nos afasta do equilíbrio.
11 de abr. de 2010
CHEGAMOS PARA SOMAR
Estamos iniciando a partir de hoje, nosso blog. Neste espaço, pretendemos colaborar com nossas opiniões, acerca da valorização da família, amparado pela experiência de mais de 25 anos trabalhando na preparação de novos casais e também no resgate de famílias em atritos.
Como estudante do 9º período de psicologia, queremos agregar também assuntos que envolvam a psique.
Vamos aos poucos postando nossas opiniões neste espaço.
Para iniciar, quero deixar aqui uma palavra do saudoso e sábio Dom Helder Câmara:
"É graça divina começar bem.
É graça maior, persistir na caminhada certa.
Mas a graça das graças, é não desistir nunca.”
(Dom Helder Câmara)
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