8 de ago. de 2010
PAI E AS MÚSICAS
Hoje, ao me levantar, lembrei que se comemora o Dia dos Pais, data de origem criada “nos Estados Unidos, quando Sonora Luise resolveu criar o Dia dos Pais em 1909, motivada pela admiração que sentia pelo seu pai, William Jackson Smart. O interesse pela data difundiu-se da cidade de Spokane para todo o Estado de Washington e daí tornou-se uma festa nacional. Em 1972, o presidente americano Richard Nixon. Nos Estados Unidos, ele é comemorado no terceiro domingo de Junho. No Brasil, é comemorado no segundo domingo de Agosto. A criação da data é atribuída ao publicitário Sylvio Bhering, em meados da década de 50, festejada pela primeira vez no dia 14 de Agosto de 1953, dia de São Joaquim, patriarca da família. (dia que também se comemora o dia do padrinho segundo a tradição católica)” e veio na minha mente a imagem do meu pai, do meu saudoso e inesquecível pai. Talvez na correria do dia a dia, não lembramos sempre do pai que já se foi, mas o dia hoje é diferente e uma saudade imensa invadiu meu coração. A imagem do meu pai, a lembrança de seus conselhos, suas conversas, suas histórias. E ao sair me vi cantarolando algumas músicas que se fizeram em homenagem aos pais e hoje com certeza em muitos almoços de família, algumas destas melodias estarão sendo tocadas. É engraçado como os alguns compositores fazem a música para homenagear seus pais, outros fazem até porque o tema é bom e vende CD, mas independente disso, sentimos-nos como se a música fosse feita para o nosso pai exclusivamente. Isto se dá, porque na música estão sendo colocados sentimentos que deveríamos verbalizar aos nossos pais e deixamos de fazê-lo, Quanta perca de tempo. Quanta vontade eu sinto hoje do meu pai estar aqui, junto com os meus filhos e hoje até os meus netos, para podermos comemorar juntos e abraçá-lo e dizer a ele o quanto eu o amo e sou agradecido a Deus por ser filho dele. E voltando nas músicas, é interessante ver como cada uma delas representa, uma etapa vivida com o pai. De várias músicas eu me lembrei de quatro e que duas eu até cantarolei hoje cedo. Eu lembro que na minha passagem da adolescência para a juventude, aquela fase de questionamentos e descobertas, que o mundo não era assim um sonho tão bonito, mas que era real, quando eu lembrava do meu pai na época eu cantava a música “Traumas” do Roberto Carlos e tem um trecho que diz assim: “Meu pai um dia me falou, prá que eu nunca mentisse, mas ele também se esqueceu de me dizer a verdade. Da realidade do mundo, que eu ia saber, dos traumas que a gente só sente, depois de crescer”. E outro que diz assim: “Da minha infância agora tão distante, aqueles anjos no tempo eu perdi, meu pai sentia o que eu sinto agora, depois que cresci, agora eu sei o que meu pai queria me esconder”. E também tem uma música que retarata muito outra etapa de vida e é cantada muito hoje, que é a canção “Pai”, cantada pelo Fábio Júnior, e uma parte que gosto muito fala assim: “Pai! Senta aqui que o jantar tá na mesa, fala um pouco tua voz tá tão presa, nos ensine esse jogo da vida, onde a vida só paga prá ver...Pai! Me perdoa essa insegurança, que eu não sou mais aquela criança, que um dia morrendo de medo, Nos teus braços você fez segredo, Nos teus passos você foi mais eu... Pai! Eu cresci e não houve outro jeito, Quero só recostar no teu peito, Prá pedir prá você ir lá em casa, e brincar de vovô com meu filho, no tapete da sala de estar, Ah! Ah! Ah!... Pai! Você foi meu herói meu bandido, Hoje é mais Muito mais que um amigo”. Depois já a mais tempo casado, meu pai já mais velho, eu adorava cantar uma música e foi uma das que cantei hoje, que é a canção “Meu Querido, Meu Velho, Meu Amigo”, do Roberto Carlos e tem um trecho que diz assim: “Esses seus cabelos brancos, bonitos, esse olhar cansado, profundo, me dizendo coisas, num grito, me ensinando tanto do mundo... E esses passos lentos, de agora, caminhando sempre comigo, já correram tanto na vida, Meu querido, meu velho, meu amigo. Sua vida cheia de histórias e essas rugas marcadas pelo tempo, lembranças de antigas vitórias ou lágrimas choradas, ao vento... Sua voz macia me acalma e me diz muito mais do que eu digo, me calando fundo na alma, Meu querido, meu velho, meu amigo”. E a última música me fala da dor da saudade, meu pai já não estava mais aqui e uma canção escrita pelo saudoso Sérgio Bitencourt em homengam ao seu falecido pai e cantada pelo também saudoso Nelson Gonçalves, que é a canção “Naquela Mesa” e que entre toda a sua letra eu destaco: “Naquela mesa ele sentava sempre e me dizia sempre o que é viver melhor, naquela mesa ele contava histórias, que hoje na memória eu guardo e sei de cor. Naquela mesa ele juntava a gente e contava contente o que fez de manhã e nos seus olhos era tanto brilho, que mais que seu filho, eu fiquei seu fã. Eu não sabia que doía tanto, uma mesa num canto, uma casa e um jardim. Naquela mesa tá faltando ele e a saudade dele ta doendo em mim”. Como é importante as reflexões na nossa vida e hoje é dia dos pais, o meu não está mais aqui, para que possa abraçá-lo fisicamente, mas darei o meu abraço na minha oração por ele e na lembrança do quanto ele foi importante na minha vida, e como ele foi O PAI. E na reflexão eu lembro hoje dos meus filhos, do que consegui passar para eles e vejo o reflexo nos meus netos. É momento de cada um pensar no valor de ser pai. Para você que ainda não é pai, por mais que você ame seu pai, só a experiência de ser pai te transforma e te faz entender tanta coisa que na sua juventude você não entendia e o ser pai tem este poder, claro que você próprio tem que enxergar isto, como nos fala o Pe. Zezinho no seu livro ORAR E PENSAR COMO FAMÍLIA: “Depois que tem um filho, nenhum rapaz é mais o mesmo. Se continuar o mesmo, não entendeu a vida, nem a paternidade”. Parabéns a todos os pais neste dia e ao meu pai de saudosa memória o meu muito obrigado pelo pai que ele foi. Aos meus filhos Leonardo, Marina e Raquel, obrigado por ter me ajudado a ser pai e aos meus netos, ah! meus netos, estou sendo pai duas vezes. A minha esposa Isabel, meus acertos na tarefa de pai, agradeço muito a ela e a Deus minha gratidão por confiar em mim o pacote completo.
4 de jul. de 2010
O FAIR PLAY NA VIDA
Em época de copa do mundo, temos ouvido algumas vezes os narradores esportivos usarem a expressão fair play. Muitas pessoas sabem o que significa isso, outras talvez não. O que significa Fair Play? A expressão fair play segundo consta nasceu em 1896, durante as primeiras Olimpíadas da Era Moderna, em Atenas. O organizador dos jogos daquele ano, Barão de Coubertin, foi o idealizador da filosofia por meio de uma declaração oficial que dizia: "Não pode haver jogo sem fair play. O principal objetivo da vida não é a vitória, mas a luta". Mas realmente o que quer dizer a tradução desta expressão? Fair Play significa “jogo limpo”, que no meio esportivo principalmente o futebol, mais que um “jogo limpo”, é uma troca de gentileza, um espaço de retribuição de cortesia, que muitas vezes era aplaudido pelo público presente. Um jogador se machuca, fica caído, o jogo prossegue, a bola está com o adversário que ao ver o colega do outro time no chão, manda a bola para fora. Ao retornar o jogo, a bola pertence ao time do jogador machucado, então um deles bate o lateral devolvendo para o adversário e não tirando proveito da situação.
Fico pensando que a nossa vida muitas vezes, pode ser comparada a um jogo de futebol. Outro dia recebi um e-mail falando da vida e o futebol, trazendo uma comparação muito própria, sobre este esporte e a nossa vida. Realmente, quantas coisas se parecem, como as quedas, os impedimentos, os adversários, as derrotas, as vitórias, e também o que nos incentiva o e-mail recebido: que possamos driblar todas as tristezas e matar no peito todas as angústias e que se possa fazer lindas jogadas de paz e amor e comemorar muito. Mas o que eu gostaria muito que se repetissem na nossa vida, e no futebol é muito usado... é o fair play. Como as relações poderiam ser diferentes, se o “jogo limpo” fizesse parte do nosso dia-a-dia, a troca de gentileza, retribuição de cortesia, fosse tradução do nosso comportamento. Sei que muitos devem estar pensando, isso que ele escreveu é utopia, em um mundo competitivo como o de hoje, o flair play na vida é quase que impossível. Será? Mas acredito que é possível se tentarmos.
Outro dia, eu estava em uma reunião da pastoral familiar em BH e lá eu vi entre os participantes, acontecer um verdadeiro flair play, o “jogo limpo” aconteceu naquele dia e foi espetacular, então percebemos que podemos ser melhores, a partir deste tão sonhado entendimento humano. Porque acredito tanto no flair play da vida? Porque a partir do momento que ele for usado por cada um de nós, nos transformaremos em seres melhores, contribuiremos para um mundo bem melhor e isto, acredito, pode acontecer, pois a vida é um aprendizado, fomos educados para sermos éticos (pelo menos muitos pais e professores nos passaram isso) e a educação nos mantém, como disse Skinner: “A educação é aquilo que sobrevive depois que tudo o que aprendemos foi esquecido”. Imagine-se usando o fair play no trânsito, numa rotatória, em uma fila de banco ou de supermercado.
O que pensamos é o que o flair play muito mais que um comportamento, na verdade é uma forma de pensar; muito mais que um respeito a regras, é o conceito real de amizade, respeito, cortesia e gentileza para com todos. Vamos pensar nisso e mais do que pensar vamos agir, Freud já dizia que o "o pensamento é o ensaio da ação”.
Sejamos um entusiasta da paz na vida, o flair play pode nos ajudar.
Para ilustrar segue um momento de flair play espetacular acontecido no futebol, que é essa história: “Aconteceu num amistoso do Ajax, um time holandês que provou saber o que é fair play de verdade. Imagine só a situação, um jogador do Ajax tinha levado uma falta um pouco mais dura e estava no chão sentindo dores. Então, o time adversário educadamente põe a bola para fora do campo para que o jogador pudesse ser atendido. Até aí nenhuma novidade...
Só que então, o jogador do Ajax ao tentar devolver a bola ao time adversário (o time é da Holanda), acabou fazendo um gol de placa, sem querer! Todos, inclusive o jogador que fez o golaço ficaram num estado mórbido, paralisados, porém o juiz fez o que tinha que ser feito e validou o gol... Eis então que o incrível acontece, ao reiniciar o jogo, todo o time do Ajax fica imóvel, permitindo assim que o time de amarelo fizesse um gol para que compensassem o que tinham feito sem querer”. Veja este lance no link a seguir:
http://www.youtube.com/watch?v=zGMjkEubDcI
19 de jun. de 2010
AMAR É ESCOLHER O ESSENCIAL
AMAR É ESCOLHER O ESSENCIAL - HÁ QUEM SE PRENDA AOS ERROS, DEIXANDO DE VALORIZAR A PESSOA ---------------------------------------------------------------------------- A globalização trouxe inúmeros benefícios ao homem. Atualmente, com extrema facilidade, temos acesso a outras culturas e a informações sobre tudo o que está acontecendo em todo o planeta. Uma quantidade demasiada de informações é despejada sobre nós cotidianamente. Temos acesso a muitas realidades e, conseqüentemente, corremos o risco de acabar sufocados em meio a toda essa diversidade.
A vida nos apresenta uma multiplicidade de oportunidades. Através da tecnologia tudo se tornou mais rápido e fácil e temos a possibilidade de realizar muitas coisas ao mesmo tempo. Porém, mesmo em meio a muitas possibilidades, para ser feliz, o homem precisa escolher a melhor forma para consumir o seu tempo.
Há quem passa horas navegando e conhecendo, superficialmente, muitas pessoas pela Internet, mas não consegue gastar 30 minutos com alguém que lhe é realmente importante, para que possa se aprofundar nesse relacionamento real. Pois prefere o descompromisso e a irrealidade do relacionamento virtual, que não exige nada, e que, muitas vezes, possibilita a informalidade e a ilusão.
Há quem gaste horas e até dias com amigos, em farras e bebedeiras, mas não tem a capacidade de gastá-las com a família. Há quem tenha tempo para ir ao “Shopping Center”, ao clube, ao bar, mas não tem tempo para ir à Santa Missa. Há mulheres que ficam o dia inteiro no salão de beleza, mas não param para escutar o marido. Assim como há pais que estão perdendo os filhos, porque nunca tiveram tempo para escutar suas “tolas experiências”…
Não existe relacionamento sem diálogo, família sem presença, felicidade sem prioridade.
É muito triste para o homem, no fim de sua vida, perceber que desperdiçou tempo demais com o supérfluo e desprezou aquilo e aqueles que eram essenciais.
Há quem se prenda aos erros, deixando de valorizar a pessoa que está por trás destes. Cargos passam, filhos crescem, pessoas adoecem, despedidas acontecem, o tempo passa… e, um dia, a vida se ausenta.
É feliz quem compreende que pessoas têm mais valor do que coisas; que família é presente de Deus e amizade é uma arte que torna a vida mais bonita.
Amar é escolher o essencial; é dizer o que se deve; é escutar a quem se deve escutar; é estar ao lado de quem necessita de nossa presença; fazer o que é preciso.
Pode ser que para você, hoje, o essencial seja perdoar ou pedir perdão. Pode ser que seja estar em sua casa como os seus, não sei… O que sei é que a vida é bela para quem sabe priorizá-la, e que é no agora que temos a possibilidade de reescrever nossa história, mudando a direção em que empregamos nosso tempo e nossas energias.
Quem ama consegue encontrar tempo para aquilo e para aqueles que realmente são importantes. Quem ama sabe priorizar.
A virtude mora na escolha… certa, é claro. Amar é escolher o essencial.
15 de jun. de 2010
OS NETOS E A VIDA
2 de jun. de 2010
PACIÊNCIA
Este texto quem me enviou foi a amiga Lourdinha, vale muito a pena refletir sobre ele ---------------------------------PACIÊNCIA------------Ah! Se vendessem paciência nas farmácias e supermercados... Muita gente iria gastar boa parte do salário nessa mercadoria tão rara hoje em dia. Por muito pouco a madame que parece uma “lady” solta palavrões e berros que lembram as antigas “trabalhadoras do cais”, e o bem comportado executivo... “O cavalheiro” se transforma numa “besta selvagem” no trânsito que ele mesmo ajuda a tumultuar!
Os filhos atrapalham, os idosos incomodam, a voz da vizinha é um tormento, o jeito do chefe é demais para sua cabeça, a esposa virou uma chata, o marido uma “mala sem alça”. Aquela velha amiga uma “alça sem mala”, o emprego uma tortura, a escola uma chatice. O cinema se arrasta, o teatro nem pensar, até o passeio virou novela.
Outro dia, vi um jovem reclamando que o banco dele pela internet estava demorando para dar o saldo, eu me lembrei da fila dos bancos e balancei a cabeça inconformado.
Vi uma moça abrindo um e-mail com um texto maravilhoso e ela deletou sem sequer ler o título, dizendo que era longo demais.
Pobres de nós, meninos e meninas sem paciência, sem tempo para a vida, sem tempo para Deus.
A paciência está em falta no mercado, e pelo jeito, a paciência sintética dos calmantes está cada vez mais em alta.
Pergunte para alguém que você saiba que é “ansioso demais”, onde ele quer chegar? Qual é a finalidade de sua vida?
Surpreenda-se com a falta de metas, com o vago de sua resposta.
E você?
Onde você quer chegar?
Está correndo tanto para que?
Por quem?
Seu coração vai agüentar?
Se você morrer hoje de infarto agudo do miocárdio o mundo vai parar?
A empresa que você trabalha vai acabar?
As pessoas que você ama vão parar?
Será que você conseguiu ler até aqui?
Respire... Acalme-se...
O mundo está apenas na sua primeira volta e, com certeza, no final do dia vai completar o seu giro ao redor do sol, com ou sem a sua paciência.
“NÃO SOMOS SERES HUMANOS PASSANDO POR UMA EXPERIÊNCIA ESPIRITUAL...
SOMOS SERES ESPIRITUAIS PASSANDO POR UMA EXPERIÊNCIA HUMANA...Existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis.
(Autor desconhecido)
SENSIBILIDADE
Estou postando este texto muito interessante enviado por e-mail pelo meu amigo Paulo César o PC, do MFC. ----------------------------------------SENSIBILIDADE---------------Nenhum de nós pode escolher as coisas que nos acontecem, algumas boas, outras más. Mas todos podemos escolher nossa resposta às coisas que nos acontecem. Você não é prisioneiro das reações. Algumas pessoas dizem que são muito "sensíveis", que se magoam facilmente, que se decepcionam com amigos, colegas e família e com aquilo que outros dizem ou fazem. Tais pessoas, que se dizem "muito sensíveis" na verdade não têm muita sensibilidade. Pessoas sensíveis - por definição - são capazes de obter uma gama maior de informações sensoriais e emocionais vindas de outros e, portanto, geralmente são muito mais compreensivas, calmas e raramente se desapontam com os comportamentos alheios, exatamente porque sua sensibilidade aguçada mostra mais do que as aparências, evitando que se desapontem. Além disso, pessoas sensíveis jamais dizem que são sensíveis.
Então o que são aquelas pessoas que a todo momento se definem como sensíveis, que ficam deprimidas por razões aparentemente pequenas e cujos dias são destruídos por uma advertência do chefe, por uma crítica dos colegas, por uma frase mal construída de um membro da família? Elas não são sensíveis? Não. Tais pessoas são reativas - o contrário de sensíveis. Pessoas reativas não pensam. Ou melhor, pensam que pensam, quando somente reagem emocionalmente a qualquer coisa, sem refletir, sem controlar, sem observar o todo, como crianças. Todos nós somos reativos, vez ou outra, mas conforme amadurecemos nos tornamos menos reativos e mais sensíveis, já que escolhemos nossas respostas. Quando somos crianças, simplesmente reagimos - o que é natural -, por isso, adultos reativos são, normalmente, acusados de um comportamento infantil e birrento. Uma pessoa sensível, por obter mais informações que estão à sua volta, raramente perde o controle, mesmo quando atacada porque, sendo sensível, ela observa e e-s-c-o-l-h-e a melhor r-e-s-p-o-s-t-a. Raramente reage, como um animal faminto faria.
Você não tem o poder de escolher aquilo que te acontecerá hoje, amanhã ou depois. Mas você tem o poder de escolher a melhor resposta a tudo o que vai acontecer. Resposta não é reação. Reação é sinônimo de programa automático. Resposta é sinônimo de escolha. Seja mais sensível, esta semana, evitando dizer a primeira coisa que lhe venha à mente, mesmo que seja algo que você diz pra você mesmo. Escolha as palavras, escolha os pensamentos, escolha as respostas, fugindo da armadilha que torna a vida das pessoas reativas sempre dependente de cada problema que acontece. E observe aqueles que dizem que são "sensíveis". Olhe o comportamento dessas pessoas.
Você verá que elas são completamente dependentes dos humores de outros e dos acontecimentos externos. Elas simplesmente reagem por mais que racionalizem e se enganem, afirmando que suas reações são causadas por sua suposta sensibilidade. Sempre apresentarão razões para suas dores e tristezas, mas ainda assim estarão somente reagindo.
Você tem o poder de escolher aquilo que é melhor. Você pode! Porque, como afirma Stephen Covey: "Entre o que acontece comigo e minha reação ao que acontece comigo, há um espaço. Neste espaço está minha capacidade em escolher minhas respostas e definir meu destino".
Autor Desconhecido
16 de mai. de 2010
O ESTRESSE NA NOSSA VIDA
Meus amigos, depois de alguns tempo, sem postar nenhuma mensagem, devido a problemas de saúde com minha esposa. Com a graça de DEUS agindo em nossa vida, proporcionando a ela melhoras na saúde, volto hoje a postar uma nova mensagem.-----------------------------------------------------------------------------------------------------------
O ESTRESSE NA NOSSA VIDA - O ser humano hoje, na sua maioria tem sua vida marcada por um grau de estresse enorme e isto é prejudicial demais a SAÚDE PSÍQUICA (com uma combinação de irritabilidade, ansiedade e depressão) e FÍSICA (uma tendência a dormir mal, sentindo-se cansadas e doentes). Dentre os fatores estressantes da vida de hoje, um que deve ser levado em consideração é o trânsito. Meu Deus, que loucura é o trânsito em todas as cidades de médio e grande porte. O que passa na cabeça destes motoristas impacientes, imprudentes e muitas vezes mal educados para o trânsito, só Freud para explicar.
Assistimos no trânsito cenas dramáticas, drásticas e outras vezes até hilárias, que leva o indivíduo que está atrás de um volante cometer coisas, que no seu normal, acreditamos que ele não faria. Esse é o efeito do estresse provocado pelo trânsito e que a maioria de nós estamos sujeito no dia a dia.
É preciso repensar, que não vale a pena, mudar o curso do seu dia, a paz que você sentia, a alegria que talvez reinasse em você, simplesmente porque um outro entrou na sua frente na rotatória, porque um outro não percebeu que o sinal abrira e ele distraído não viu e quando ele arrancou o carro, não deu tempo de você passar, pois ficou o sinal vermelho para você e que em um prazo máximo de um minuto, ele retorna o verde para sua posição, mas na sua raiva esse segundos transforma em um tempo enorme, suficiente para te dar vontade de correr atrás desse carro e tirar satisfações. Para que? Com que objetivo? De repente você faz isso corre atrás o alcança e ai? Vai gritar, vai xingar, talvez até sair para as vias de fato? O que vai ganhar com isso? Talvez uma fratura, um olho roxo, ou até um tiro. É meu irmão e minha irmã, é preciso calma, as vezes é preciso rir da situação, é preciso contar até dez, se não der, conta até 20 ou até 100, te garanto que é melhor.
Aqui na nossa cidade de pouco mais de 220 mil habitantes, o trânsito já é fator de estresse e nós só temos o hábito de ver o problema, a causa muitas vezes não nos preocupa. Mas você sabia que em Divinópolis hoje devemos passar de mais de 80 mil veículos, entre carros camionetes e motos, sem contar ônibus e caminhões, ou seja, dá quase três pessoas por veículo, isto é um número enorme.
A cada dia cresce mais e mais o número de veículos nas ruas, e as ruas continuam com os mesmos espaços físicos, de quando o numero de veículos era mais de 90% a menos do que hoje. Criaram estratégias para controlar o trânsito, como sinais luminosos ou não, via de mão única, etc, mas na verdade a situação fica cada vez mais difícil, tanto para condutores como pedestres. Uma vez fiz uma pesquisa aqui em nossa cidade, no cruzamento da Av. 21 de Abril com Rua Rio de Janeiro, no horário de pico entre 17:30h até 18.10h, durante uma semana, ou seja, 40 minutos por dia, a média encontrada, foi que passam neste cruzamento neste horário, em quarenta minutos 1.120 veículos, é muito, mas muito veículos.
Então é preciso ter calma, não vale a pena estressar por isso, adoecer física e mentalmente por situações fúteis. Pensem nisto. Estresse no trânsito pode causar violência e A VIOLÊNCIA NÃO É RESPOSTA.
Evite o estresse, cuide para não se estressar, busque mais: Saúde e energia, crenças positivas, relaxamento, exercícios, auto-cuidado, planeje seu tempo, encontre algo que goste de fazer, alimente-se corretamente, estabeleça limites. Viva mais alegre, se não quiser adoecer. O bom humor, a risada, o lazer, a alegria, recuperam a saúde e trazem vida longa. A pessoa alegre tem o dom de alegrar o ambiente em que vive. "O bom humor nos salva das mãos do doutor". Alegria é saúde e terapia!
25 de abr. de 2010
INDICAÇÃO DE FILMES
Bons filmes além de colaborar conosco muitas vezes em conhecimento, nos ajudam também nas reflexões que devemos sempre fazer em nossa vida. Segue, uma lista de bons filmes que assistimos e que vale a pena repassar.
UMA MENTE BRILHANTE (HISTÓRIA REAL) John Nash (Russell Crowe) é um gênio da matemática que, aos 21 anos, formulou um teorema que provou sua genialidade e o tornou aclamado no meio onde atuava. Mas aos poucos o belo e arrogante John Nash se transforma em um sofrido e atormentado homem, que chega até mesmo a ser diagnosticado como esquizofrênico pelos médicos que o tratam. Porém, após anos de luta para se recuperar, ele consegue retornar à sociedade e acaba sendo premiado com o Nobel.
O SILÊNCIO DOS INOCENTES Recém formada no FBI, Clarice Starling (Jodie Foster) se envolve no caso do desaparecimento de uma garota, seqüestrada por um psicopata. Para ajudá-la, então, ela procura outro psicopata. Um dos três vencedores das cinco principais categorias do Oscar na história (os outros dois foram Aconteceu Naquela Noite e Um Estranho no Ninho).
O CÉU DE OUTUBRO (HISTÓRIA REAL)
No final dos anos 50, o adolescente Homer Hickam (Jake Gyllenhaal) vive em uma cidade onde a mineração é a maior empregadora local. Ao saber que os russos colocaram o satélite Sputnik em órbita, Homer começa a sonhar em também colocar um foguete seu em órbita. Logo ele convence alguns amigos a participarem do projeto e, com o apoio de uma professora, dá início ao projeto que irá mudar sua vida para sempre.
O OITAVO DIA Harry (Daniel Auteuil) é um empresário estressado, que trabalha no departamento comercial de um banco belga e foi abandonado por sua esposa e filhas há pouco tempo. Deprimido, ele se dedica ao trabalho durante os 7 dias da semana. Até que um dia ele decide vagar pelas estradas da França, sem rumo definido. Após quase atropelar Georges (Pascal Duquennes), que sofre de síndrome de Down, Harry decide levá-lo para casa mas não consegue se desvencilhar dele.
QUASE DEUSES (HISTÓRIA REAL) Nashville, 1930. Vivien Thomas (Mos Def) é um hábil marceneiro, que tinha um nome feminino pois sua mãe achava que teria uma menina e, quando veio um garoto, não quis mudar o nome escolhido. Ele é demitido quando chega a Grande Depressão, pois estavam dando preferência para quem tinha uma família para sustentar. A Depressão o atinge duplamente, pois sumiram as economias de 7 anos, que ele guardou com sacrifício para fazer a faculdade de medicina, pois o banco faliu. Thomas consegue emprego de faxineiro, trabalhando para Alfred Blalock (Alan Rickman), um médico pesquisador que logo descobre que ele tem uma inteligência privilegiada e que poderia ser melhor aproveitado. Blalock acaba se tornando o cirurgião-chefe na Universidade Johns Hopkins, onde está pesquisando novas técnicas para a cirurgia do coração. Os dois acabam fazendo um parceria incomum e às vezes conflitante, pois Thomas nem sempre era lembrado quando conseguiam criar uma técnica, já que não era médico.
ESCRITORES DA LIBERDADE (HISTÓRIA REAL) Erin Gruwell (Hilary Swank) é uma jovem professora que leciona em uma pequena escola de um bairro periférico nos EUA. Por meio de relatos de guerra, ela ensina seus alunos os valores da tolerância e da disciplina, realizando uma reforma educacional em toda a comunidade.
MINHA VIDA SEM MIM Tendo apenas 23 anos, Ann (Sarah Polley) é mãe de duas garotinhas, Penny (Jessica Amlee) e Patsy (Kenya Jo Kennedy), e é casada com Don (Scott Speedman), que constrói piscinas. Ela trabalha todas as noites na limpeza de uma universidade, onde nunca terá condições de estudar, e mora com sua família em um trailer, que fica no quintal da casa da sua mãe (Deborah Harry). Ann mantém uma distância obrigatória do pai, pois ele há dez anos está na prisão. Após passar mal, Ann descobre que tem câncer nos ovários. A doença alcançou o estômago e logo estará chegando no fígado, assim ela terá no máximo três meses de vida. Sem contar a ninguém seu problema e dizendo que está com anemia, Ann faz uma lista de tudo que sempre quis realizar, mas nunca teve tempo ou oportunidade. Ela começa uma trajetória em busca de seus sonhos, desejos e fantasias, mas imaginando como será a vida sem ela.
COMO SE FOSSE A PRIMEIRA VEZ Henry Roth (Adam Sandler) é um veterinário paquerador, que vive no Havaí e é famoso pelo grande número de turistas que conquista. Seu novo alvo é Lucy Whitmore (Drew Barrymore), que mora no local e por quem Henry se apaixona perdidamente. Porém há um problema: Lucy sofre de falta de memória de curto prazo, o que faz com que ela rapidamente se esqueça de fatos que acabaram de acontecer. Com isso Henry é obrigado a conquistá-la, dia após dia, para ficar ao seu lado.
19 de abr. de 2010
AMIZADE! COMO VALE A PENA!
Amigo, é coisa para se guardar no peito, como dizia a canção. A amizade verdadeira entre as pessoas é um sentimento muito lindo. Embora muita gente não acredite em amizade verdadeira, sincera, talvez por decepções com amigos; por não conseguir ser sincero e acreditar que todos são assim. Mas ela existe e como existe. É preciso romper barreiras e pré-conceitos de vários tipos, colocar-se no lugar do outro, aproximar ou ver aproximação do outro, sem pensar que há segundas intenções. O sentimento da amizade é descrito pelo Aurélio da seguinte forma:
“Sentimento fiel de afeição, simpatia, estima ou ternura entre pessoas que geralmente não são ligadas por laços de família ou por atração sexual...”É possível isto entre seres humanos? É claro que é possível, assistimos muitas demonstrações de amizade conosco. Sabemos que existe a inimizade mas, não podemos ser radicalmente cético em relação a este sentimento.
Eu quero neste espaço agradecer a toda manifestação de carinho que recebemos de sexta-feira até hoje, quando usando esta rede de amigos que temos, ao pedir orações pela minha querida e amada esposa Isabel, que voltou ao tratamento do câncer e o retorno dos amigos foi extraordinário. Sabemos que ela vai vencer, pois é guerreira, não se entrega, mulher de fé e contando com uma legião de amigos, independente da crença religiosa intercedendo ao Senhor da Vida por ela. Uma pessoa que desde a juventude se colocou a serviço de Deus, por acreditar no amor e na amizade de Jesus por cada um de nós, conforme nos relata o evangelista São João:
Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz seu senhor. Mas chamei-vos amigos, pois vos dei a conhecer tudo quanto ouvi de meu Pai. (Jô 15,15)
Peço a vocês que leram, até este momento, que tenham mais um pouquinho de paciência (prometo que a próxima postagem será curta) e leia este bonito texto, que recebi de um casal amigo, Márcio e Nívia, que conheci em um Congresso da Pastoral da Família, nos tornamos amigos, eles são de Prudentópolis, Paraná.
Um obrigado meu, da Isabel e de nossa família, do fundo do nosso coração, a todos.
Você sabe o valor de uma Amizade?
Um dia, durante uma conversa entre advogados, me fizeram uma pergunta:
"O que, de mais importante, você já fez na sua vida"?
A resposta me veio na hora, mas não foi a que respondi, pois as circunstâncias não eram apropriadas.
No papel de advogado da indústria do espetáculo, sabia que os assistentes queriam escutar anedotas sobre meu trabalho com as celebridades.
Mas aqui vai a verdadeira, a que surgiu das profundezas das minhas recordações.
O mais importante que já fiz na minha vida, ocorreu em 08 de outubro de 1990. Comecei o dia jogando golfe com um ex-colega e amigo meu, que há muito não via.
Entre uma jogada e outra, conversávamos a respeito do que acontecia na vida de cada um. Ele me contava que sua esposa e eles acabavam de ter um bebê. Enquanto jogávamos, chegou o pai do meu amigo, e consternado, lhe diz que seu bebê parou de respirar e que foi levado para o hospital com urgência. No mesmo instante, meu amigo subiu no carro de seu pai e se foi.
Por um momento fiquei onde estava, sem pensar nem mover-me, mas logo tratei de pensar no que deveria fazer: Seguir meu amigo ao hospital?
Minha presença, disse a mim mesmo, não serviria de nada, pois a criança certamente está sob cuidados de médicos, enfermeiras, e nada havia que eu pudesse fazer para mudar a situação. Oferecer meu apoio moral? Talvez, mas tanto ele quanto sua esposa vinham de famílias numerosas e sem dúvida estariam rodeados de amigos e familiares que lhes ofereceriam apoio e conforto necessários, acontecesse o que acontecesse. A única coisa que eu faria indo até lá, era atrapalhar. Decidi que mais tarde iria ver o meu amigo. Quando dei a partida no meu carro, percebi que o meu amigo havia deixado o seu carro, aberto e com as chaves na ignição, estacionado junto às quadras de tênis. Decidi, então, fechar o carro e ir até o hospital entregar-lhe as chaves.
Como imaginei, a sala de espera estava repleta de familiares que os consolavam. Entrei sem fazer ruído e fiquei junto à porta pensando o que deveria fazer. Não demorou muito e surgiu um médico que se aproximou do casal e, em voz baixa, comunica o falecimento do bebê. Durante os instantes que ficaram abraçados, a mim pareceu uma eternidade, choravam, enquanto todos os demais ficaram ao redor daquele silêncio de dor. O médico lhes perguntou se desejariam ficar alguns instantes com a criança.
Meus amigos ficaram de pé e encaminharam-se resignadamente até a porta. Ao me ver ali, aquela mãe me abraçou e começou a chorar. Também meu amigo se refugiou em meus braços e me disse:
"Muito Obrigado por estar aqui!"
Durante o resto da manhã fiquei sentado na sala de emergências do hospital, vendo meu amigo e sua esposa segurar nos braços seu bebê, despedindo-se dele.
Isso foi o mais importante que já fiz na minha vida!!! Aquela experiência me deixou três lições:
Primeira: o mais importante que fiz na vida, ocorreu quando não havia absolutamente nada, nada que eu pudesse fazer. Nada daquilo que aprendi na universidade, nem nos anos em que exercia a minha profissão, nem todo o racional que utilizei para analisar a situação e decidir o que eu deveria fazer, me serviu para aquela circunstância: duas pessoas receberem uma desgraça e nada eu poderia fazer para remediar. A única coisa que poderia fazer era esperar e acompanhá-los. Isto era o principal.
Segunda: estou convencido que o mais importante que já fiz na minha vida, esteve a ponto de não ocorrer, devido às coisas que aprendi na universidade, aos conceitos do racional que aplicava na minha vida pessoal, assim como faço na profissional. Ao aprender a pensar, quase me esqueci de sentir.
Hoje, não tenho dúvida alguma de que devia ter subido naquele carro sem vacilar e acompanhar meu amigo ao hospital.
Terceira: aprendi que a vida pode mudar em um instante.
Intelectualmente todos nós sabemos disso, mas acreditamos que os infortúnios acontecem com os outros. Assim, fazemos nossos planos e imaginamos nosso futuro como algo tão real, como se não houvesse espaços para outras ocorrências.
Mas ao acordarmos de manhã, esquecemos que perder o emprego, sofrer uma doença, ou cruzar com um motorista embriagado e outras mil coisas, podem alterar este futuro em um piscar de olhos.
Para alguns, é necessário viver uma tragédia, para recolocar as coisas em perspectiva.
Desde aquele dia busquei um equilíbrio entre o trabalho e a minha vida. Aprendi que nenhum emprego, por mais gratificante que seja, compensa perder umas férias, romper um casamento ou passar um dia festivo longe da família.
E aprendi que, o mais importante da vida, não é ganhar dinheiro, nem ascender socialmente, nem receber honras.
"O mais Importante da vida é ter tempo para cultivar uma amizade".
Não deixe seus amigos sem saber disso.
14 de abr. de 2010
A "TEQUINOLOGIA" DO ABRAÇO
Há muito tempo, já defendo a importância do abraço na vida das pessoas. Acredito que se espontaneamente, sem segundas intenções de qualquer sentido, as pessoas se abraçassem mais, talvez uma boa porcentagem da relação humana e da sociedade estaria bem melhor.
Penso que o abraço tem um poder extraordinário, um poder de cura interior fantástico. O abraço quebra muitas barreiras, derruba preconceitos, aproxima as pessoas, dá explicação sem precisar de falar, mata saudades, pede perdão, retrata a alegria de encontrar com o outro. Este é o abraço, que é deixado de lado por n de motivos como por: vergonha, timidez, mágoa, prepotência ou ignorância, não saber abraçar e tantas razões, que deixa a sociedade sem uma ferramenta importante e fundamental, para auxiliar o amor, na busca da paz e bom entendimento entre os seres humanos.
Para ilustrar isso que acabei de escrever, repasso um texto “mineiro” que recebi por e-mail, do amigo Expedito Eloi e para deleite de todos transcrevo abaixo:
A "TEQUINOLOGIA" DO ABRAÇO
(por um matuto mineiro)
O matuto falava tão calmamente, que parecia medir, analisar e meditar sobre cada palavra que dizia...
- É... das invenção dos homi, a que mais tem sintido é o abraço.
O abraço num tem jeito di um só aproveitá! Tudo quanto é gente, no abraço, participa uma beiradinha....
Quandu ocê tá danado de sodade, o abraço de arguém ti alivia..
Quandu ocê tá cum muita reiva, vem um, te abraça e ocê fica inté sem graça de continuá cum reiva..... Si ocê tá feliz e abraça arguém, esse arguém pega um cadim da sua alegria... Si arguém tá duente, quandu ocê abracêle, ele começa a miorá, i ocê miora junto tamém...
Muita gente importante e letrado já tentô dá um jeito de sabê purquê qui é, qui o abraço tem tanta tequinologia, mas ninguém inda discubriu... Mas, iêu sei! Foi um ispirto bão de Deus qui mi contô..... Iêu vô contá procêis u qui foi quêle mi falô: O abraço é bão purcaus do Coração...
Quandu ocê abraça arguém, fais massage no coração!... I o coração do ôtro é massagiado tamém! Mas num é só isso não... Aqui tá a chave do maió segredo de tudo:
É QUI, QUANDU NOIS ABRAÇA ARGUÉM, NÓIS FICA CUM DOIS CORAÇÃO NO PEITO!... INTONCE...
UM ABRAÇÃÃÃÃ0 PRO CÊ !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
13 de abr. de 2010
Precisamos acordar, a vida passa e não percebemos.
A vida às vezes prega peças nas pessoas e tem hora que eu penso que é de propósito. O sujeito vive uma vida como se fosse imune a tudo, muitas vezes numa vida relapsa ou preocupada por demais, às vezes uma vida com bastante prepotência e arrogância. Vive como se o mundo girasse em torno de si, uma loucura sem tamanho e talvez seja nesta loucura é que se explique estas atitudes. Erasmo de Rotterdam em um trecho do seu livro “Elogio da Loucura”, já dizia: “Pois bem, se eu (loucura) fosse expulsa da sociedade, ninguém poderia suportar por um momento sequer seu semelhante e cada um dos homens haveria de olhar para si mesmo com desgosto e ódio”... “De fato, de que adianta a beleza, melhor presente dos deuses imortais, se acaba por esvair-se? De que adianta a juventude, se acaba por se corromper por um aborrecimento senil? Em todas as tuas ações, o primeiro princípio que deves observar é a decência. Sequer conseguirás ser decente para contigo mesmo, e muito menos para com os outros, a não ser graças a essa feliz Philautia [amor próprio), que é minha irmã, porquanto colabora comigo em qualquer circunstância. Mas como se poderia aparecer com graça, encanto e ter sucesso, estando descontente consigo mesmo? Tentai suprimir esse sal da vida e logo o orador perde o entusiasmo em seu discurso, a melodia do músico começa a aborrecer, o ator é vaiado em sua representação, todos riem do poeta e de suas musas, o pintor fica estático diante de sua tela o médico morre de fome com suas receitas. É necessário, portanto, que cada um se agrade de si mesmo e se felicite para ser aplaudido pelos outros.
Se a felicidade consiste essencialmente em querer ser o que se é, minha serva Philautia [amor próprio] o facilita totalmente. Ela faz com que ninguém fique desgostoso com sua aparência, com seu talento, com sua família, com sua posição na sociedade, com sua educação, com seu país. Tanto isso é verdade que o irlandês não gostaria de ser italiano, nem o trácio de ser ateniense, nem o cita de ser habitante das ilhas Afortunadas. Que surpreendente providência a da natureza que faz desaparecer tão maravilhosamente tantas desigualdades”!
Na verdade o que Erasmo nos fala realmente neste trecho do seu livro, é que damos valor demais a pequenas coisas e nestas pequenas coisas nos valorizamos muito. Para ele tudo isso é loucura, por isso Elogio da Loucura, que ele escreveu como uma sátira a sociedade daquela época, acaba sendo atual.
Nossa vida passa muito rápido, pouco tempo eu era criança, adolescente, fiquei jovem, casei, hoje com 51 anos já sou avô. Como isso passou muito rápido! Quantas coisas aconteceram que serviram muito para melhorar o meu eu. E as coisas acontecem é para que possamos perceber que não somos o centro do universo, pelo contrário, uma pequena e minúscula partícula deste universo, mas paradoxalmente, uma minúscula partícula, que é muito grande, mas grande mesmo aos olhos de Deus. Isto somos nós, pequenos para o mundo, grande se nós quisermos e infinitamente enorme aos olhos do criador, que nos ama incondicionalmente, como nos relata o profeta Isaias: “Porque és precioso a meus olhos, porque eu te aprecio e te amo, permuto reinos por ti, entrego nações em troca de ti”. (Is,43,4). Pensem bem, vale a pena ser feliz. E o ser feliz, está nas pequenas coisas, que na maioria das vezes, não damos valor e não em grandes coisas que nos afasta do equilíbrio.
11 de abr. de 2010
CHEGAMOS PARA SOMAR
Estamos iniciando a partir de hoje, nosso blog. Neste espaço, pretendemos colaborar com nossas opiniões, acerca da valorização da família, amparado pela experiência de mais de 25 anos trabalhando na preparação de novos casais e também no resgate de famílias em atritos.
Como estudante do 9º período de psicologia, queremos agregar também assuntos que envolvam a psique.
Vamos aos poucos postando nossas opiniões neste espaço.
Para iniciar, quero deixar aqui uma palavra do saudoso e sábio Dom Helder Câmara:
"É graça divina começar bem.
É graça maior, persistir na caminhada certa.
Mas a graça das graças, é não desistir nunca.”
(Dom Helder Câmara)
Assinar:
Comentários (Atom)